Você sabia que a cantora Yasmine carrega no seu ADN uma mistura fascinante que une a Guiné-Bissau, Cabo Verde e o Líbano?
Filha de pais guineenses, com raízes cabo-verdianas e ascendência libanesa, a artista cresceu num ambiente onde as fronteiras geográficas nunca limitaram a sua identidade.
Esta herança plural é a base de uma trajetória que começou de forma autodidata e que quase tomou um rumo diferente: antes da música, Yasmine estava em Londres a estudar enfermagem, trocando a segurança dos hospitais pelo risco do palco, que agora a leva ao Coliseu dos Recreios com casa esgotada.

Foto: @Yasmine [Facebook]
O seu primeiro álbum, “Libra”, lançado a 27 de fevereiro em todas as plataformas digitais, assume o equilíbrio como conceito estruturante — uma referência direta ao signo da artista e à sua própria vida entre duas vocações. Para Yasmine, este disco é uma afirmação da Kizomba como eixo central e uma declaração de continuidade: “Queria relembrar as pessoas a Yasmine que fui durante estes dez anos. Este álbum sou eu”.
Hoje, ao celebrar uma década de estrada com este trabalho discográfico, Yasmine prova que a autenticidade é a melhor estratégia de carreira. Ela personifica a nova geração da diáspora que abraça o Crioulo e as suas raízes múltiplas para construir uma pátria musical própria. Cabo Verde e o mundo ouvem nela uma artista que soube equilibrar a herança dos pais com a coragem de largar o curso em Londres para conquistar um dos palcos mais emblemáticos de Portugal.

Foto: @Yasmine [Facebook]
Fonte: @Bantumen
Redação e Adaptação: Cabo Verde Files
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