A Sé Catedral da Cidade Velha, outrora a maior construção religiosa da costa africana, guarda as memórias do nascimento de Cabo Verde. Conheça este ícone da UNESCO.
Muitos viajantes caminham pelas ruas de paralelepípedos da Cidade Velha sem saber que estão a pisar o solo onde nasceu uma nação. Entre o casario antigo, erguem-se as paredes de um monumento que, em 1556, foi a maior construção religiosa da costa de toda a África. Imagina a audácia de erguer algo tão colossal num ponto tão isolado do oceano, num tempo em que o mundo ainda era um mapa por descobrir.
A história deste lugar mudou para sempre em 1712, quando o corsário francês Jacques Cassard atacou a cidade, deixando cicatrizes que vemos até hoje nas pedras basálticas. Ao caminhares pelo seu interior, aberto ao céu e despido do teto original, sentes o peso da resiliência de um povo. Este ícone do Património Mundial da UNESCO não é apenas uma ruína; é o guardião das memórias do primeiro entreposto europeu nos trópicos: a imponente Sé Catedral.
Profissional de referência na comunicação social cabo-verdiana, conta com um percurso consolidado na cobertura dos principais acontecimentos que moldam as ilhas e a Diáspora. A sua trajetória reflete um compromisso constante com o rigor, a ética e a pluralidade de informação.Ao longo da carreira, integrou redações de prestigiados órgãos de informação nacionais, destacando-se na imprensa escrita, na rádio e na televisão. O seu trabalho abrange a análise da atualidade política, económica e social, além de dar um forte destaque à promoção da rica identidade cultural do arquipélago.Reconhecido pelos seus pares e pelo público pela isenção e capacidade de escuta, o seu contributo estende-se também ao debate sobre a liberdade de imprensa e o desenvolvimento do jornalismo na Lusofonia. Atualmente, mantém uma presença ativa no setor, inspirando as novas gerações de comunicadores no país.