A história de “Sodade” revela um dos episódios mais amargos da cultura cabo-verdiana: a transformação de um hino de despedida num processo de roubo de autoria. Composta na madrugada de 11 de maio de 1954, na mercearia de Armando Zeferino Soares, em São Nicolau, a morna nasceu para homenagear os conterrâneos que partiam para o trabalho forçado em São Tomé e Príncipe.
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