O mundo do futebol olha para o Grupo H do Mundial de 2026 com os olhos arregalados, tentando decifrar o que se passa na cabeça de um grupo de ilhéus que se recusa a aceitar os papéis de figurante que a história e os orçamentos lhes tentaram atribuir. Primeiro foi a Espanha, travada num nulo de contornos épicos. Ontem, em Miami, foi a vez de o Uruguai tremer perante a audácia dos Tubarões Azuis.
Profissional de referência na comunicação social cabo-verdiana, conta com um percurso consolidado na cobertura dos principais acontecimentos que moldam as ilhas e a Diáspora. A sua trajetória reflete um compromisso constante com o rigor, a ética e a pluralidade de informação.Ao longo da carreira, integrou redações de prestigiados órgãos de informação nacionais, destacando-se na imprensa escrita, na rádio e na televisão. O seu trabalho abrange a análise da atualidade política, económica e social, além de dar um forte destaque à promoção da rica identidade cultural do arquipélago.Reconhecido pelos seus pares e pelo público pela isenção e capacidade de escuta, o seu contributo estende-se também ao debate sobre a liberdade de imprensa e o desenvolvimento do jornalismo na Lusofonia. Atualmente, mantém uma presença ativa no setor, inspirando as novas gerações de comunicadores no país.